Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Adopção:Crianças devolvidas, porquê?

Crianças devolvidas
 
Não me lembro quando foi a primeira vez que ouvi falar de crianças devolvidas por pais adoptivos, mas como devem imaginar é um assunto que me choca, se já é mau que uma criança seja abandonada, imaginem o que sentirá quando é abandonada uma segunda vez.  É difícil sequer imaginar o que possa sentir uma criança que por vezes está anos à espera, uma criança que muitas vezes anseia por uns pais que lhe dêem amor e carinho e que quando finalmente acha que os encontrou, é posta de lado como se de um brinquedo defeituoso se tratasse, conseguem imaginar o que se possa sentir?
 
Já ouvi umas 4 ou 5 histórias de devoluções de crianças, ontem um dos jornais falava de um casal que devolveu uma criança porque ela não se conseguiu entender com o cão da família. Acreditem ou não, este não foi o caso que mais me chocou. O caso de devolução que mais me chocou foi um em que o motivo para a devolução era... que a criança era carinhosa demais. A candidata a mãe (ia dizer mãe, mas há pessoas que não merecem esse nome) dizia que a criança se tinha apegado demais a ela, que só queria beijinhos e abraços e que nem no centro comercial desgrudava. Quando me contaram isto eu simplesmente não consegui acreditar.... 
 
Segundo  o mesmo jornal, no últimos 4 anos 80 crianças foram devolvidas aos centros de acolhimento, há uns meses o número era de 70, agora passou para 80, não faço ideia de onde tiraram a informação, mas eu entendo que mais que o número, o que interessa aqui é  perceber o que falhou, sim, porque é muito fácil deitar as culpas para quem devolve a criança, mas falta o resto, e o resto está evidentemente em quem avaliou e aprovou essas pessoas como candidatos a adoptar.
 
Os processos de adopção demoram pelo menos 6 meses, é necessário responder a questionários com muitas e complicadas questões, são necessárias entrevistas sociais e psicológicas.... o que falha?
 
Do meu ponto de vista falham muitas coisas, evidentemente que em primeiro lugar falham os candidatos, para a adopção é necessário ir com o coração, há muita gente que só vai para a adopção em ultimo recurso, quando já esgotaram todos os restantes recursos, pessoas que sonham e anseiam com um bebé, sangue do seu sangue...e que depois quando recebem uma criança que de bebé já não tem nada, quando lhes entra pela casa dentro um estranho com vontade própria e que muitas vezes tem uma historia de vida que não se recomenda a ninguém, simplesmente concluem que não são capazes.
 
Mas será que estas situações não deveriam ser detectadas pelas equipas de avaliação? Do meu ponto de vista é claro que sim, se a maioria dos processos até leva mais que os seis meses de lei, porque é que estas coisas acontecem, como é que uma psicóloga não detecta algo estranho numa mãe que depois devolve uma criança porque é carinhosa demais? 
 
Este é um tema muito complicado, mas termino como comecei, no meio de tudo isto quem sofre são as crianças, ser abandonado uma vez, ser colocado num centro de acolhimento onde muitas vezes não se passa de mais um numero, ser esquecido pela família e pelo estado e quando finalmente se pensa que se encontrou uma vida...ser abandonado de novo como se de uma peça defeituosa se tratasse..deve ser algo que marca para toda a vida...e nenhuma criança deveria ter de passar por isso.
 
Adoptar uma criança não é fácil, não tem nada a ver com passar-se 9 meses a ver crescer uma barriga, pensar nos nomes que iremos escolher, ver as fotografias das eco grafias, sonhar com a cor dos olhos, adoptar não é nada disso. Adoptar é receber nos nossos braços um ser humano que existe, um ser humano que já viveu e que muitas vezes tem opinião e maus hábitos. Adoptar  é receber em nossa casa um estranho que não nos diz nada e que de um dia para o outro veio para ficar.
 
A maioria dos candidatos cria expectativas, sonha com esse filho que tanto deseja, idealiza pessoas e situações, acreditem em mim, a probabilidade de que as coisas sejam como as idealizaram.. é muito pequena... mesmo muito pequena... e na maior parte dos casos, não é nada fácil, porque não podemos esquecer que estamos a falar de crianças que já foram marcadas pela vida muito antes de nos conhecerem. Por isso, adoptar tem que vir do coração.
 
Jorge
Publicado inicialmente no blog O que é o jantar?

  

publicado por Missão Criança às 14:19
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37 comentários:
De ireninha a 5 de Julho de 2009 às 22:04
só mais uma coisa,essas pessoas q devolvem crianças se tivessem um filho biologico q tivesse mau feitio livravam-se dele???quem nao merece essas crianças sao essas pessoas q pretendiam ser intituladas de mae e pai.apesar de acreditar q cada caso é um caso e podemos nao ter acesso ás verdadeiras historias.mas sendo verdade é muito triste
De Maria João a 5 de Setembro de 2009 às 12:29
Eu sei que já comentei este tópico, mas a realidade à minha volta mudou um pouco...

Através de um dos intervenientes deste blog e do grupo "Nos Adoptamos" soube de um menino (que supostamente ninguém queria), falei deste menino à Madrinha do meu Tesourinho (que tem um processo de adopção a decorrer).
Ela foi à instituição do menino e falou com as assistentes sociais que estão a tratar do processo dela.
Em pouco tempo soube que o menino tinha sido proposto a uma família e que, por isso, não estava disponível.

Pouco meses depois foi-lhe apresentado o processo de uma menina. Tudo estava a correr muito bem na 1ª e única semana de visitas.
A instituição onde a menina está inicia as visitas à 2ª feira e "despacha" os meninos para casa à 6ª.
Para alem disto, omite factos sobre a realidade das crianças (factos que nem a SS sabia).
A menina (que era um doce até 5ª feira à noite), na sexta-feira ignorou a minha amiga o dia todo e levou o tempo todo a desobedecer.
Isso poderia ser apenas um teste, e por isso, a Madrinha do meu Tesourinho não deu demasiada importância.
Até que a menina passou o Sábado todo a chorar.
Quando finalmente lhe conseguiu arrancar alguma coisa, a menina disse-lhe que não queria ser adoptada.
É uma menina que já tinha sido devolvida 2 vezes...
Quando chegou à instituição, a menina nem se despediu da minha amiga e pôs um sorriso enorme...
A psicóloga da instituição descaiu-se a dizer que sabia que a menina não queria ser adoptada.
Por isso, acho que acima de tudo, têm de ser as instituições a mudar atitudes.
Se a minha amiga soubesse que a menina não queria ser adoptada, até podia querer adoptá-la, mas sabendo o tipo de atitude que iria receber da menina e com que ferramentas ir à batalha...
A menina hoje está na instituição, porque quer e, de acordo com a SS, não vão procurar mais candidatos para esta menina até ser feito um trabalho com a menina, no sentido de tentar sarar algumas das feridas...

Devo dizer-vos que nestas situações, se calhar, o candidato sofre mais do que as crianças....
Eu vi o que a minha amiga passou e ainda está a passar....
Ela tem sofrido muitíssimo ..

E não me venham dizer que ela seria daquelas pessoas sem jeito para crianças.
Ela é completamente o oposto...
De janice a 5 de Julho de 2011 às 01:37
Claro que temos de relativizar mas a verdade é outra MªJoão e permita-me discordar...isto porque tenho conhecimento em causa própria, por isso tenho legitimidade para falar. Durante muito tempo trouxe uma menina para minha casa, desde os seus 5 anos. Tudo corria bem até que o comportamento dela foi mudando a ponto de deixar de querer vir. Depois de muita "invesigação" para saber por que motivo aquilo acontecia chegámos à triste conclusão de que as monitoras da instituição, por falta de preparação, falta de humanismo, falta de amor e muito egoísmo, "faziam" literalmente a cabeça à criança fomentando a ideia de que um dia os pais a iriam buscar...lamentavelmente este tipo de situações acontece mais do que pensamos...não podemos baixar os braços e temos de ter espírito crítico a fim de perceber os porquês...não será mesmo a criança a vítima condenada a viver numa instituição?

beijinhos e...pense nisto ...
De Beatle a 2 de Junho de 2015 às 00:00
Concordo plenamente!
A mim aconteceu uma coisa terrivel mas diferente: ao fim de 4 horas não me deixaram ver mais a criança que foi empandeirada para uns vizinhos das técnicas logo de seguida, provavelmente estavam á espera q eu a comprasse e como não lhes dei um cheque...e o lar não foi perdido nem achado, as gajas do distrito é que fizeram o q lhes deu na mona!
Claro q deram cabo da vida da criança q neste momento é uma deficiente negligenciada e acham q ninguém as apanha mas aquela equipa já fez tantas q não deve tardar na cadeia!
De claudia a 4 de Novembro de 2009 às 20:01
boa tarde! o seu blog esta bastante interessante . Eu sou estudante e estou a fazer um trabalho acerca da adopção de criança se me pudesse dizer onde fica um orfanato em Leiria e em Lisboa agradecia imenso.
obrigada pela atenção
De Susana Santinho a 1 de Outubro de 2010 às 18:01
Eu acho incrível esta história, aliás nem pensei possivel tal coisa!!..devolver?! eu tenho uma filha biológica e quando faz asneira não vou devolver á maternidade!!
E como encaro filhos como FILHOS independentemente de serem biológicos ou não, para mim é mesmo muito difícil de entender
De Papi a 1 de Março de 2011 às 12:01
O meu filho foi um dos que foi devolvido. Hoje tem 7 anos e por vezes ainda fala acerca do que aconteceu. A nossa história de adopção encontra-se em: http://o_joaozinho.blogs.sapo.pt/431.html
De Luisa a 20 de Abril de 2011 às 22:05
Olá a todos,
Lamento vos dizer mas estão errados.
E falo com toda a experiência. Também já tive do vosso lado, tb critiquei essas 80 devoluções, e dp, mto tristemente, aconteceu comigo.
Estive 7 anos à espera de uma criança, tive de convencer o meu marido para a ideia da adopção (e como foi dificil!), e depois fui eu que não consegui sentir a 'tal' ligação.
E foram as proprias assistentes sociais que me aconselharam a desistir, pois se esse 'clic' não acontece logo, nunca acontecerá, disseram.
Não falem sem saber, por favor. Foi o pior sofrimento que tive na vida, e ainda tenho.
Julgo q tb o método que as assistentes escolhem, não é a melhor aproximação. Gostaria de conhecer a criança mais naturalmente, e não em apenas 4 dias, a chamar-nos de pai e mãe de imediato, com 2 assistentes sp na nossa sombra a dizer: agora dá um abracinho ao pai, agora a mãe dá um beijnho, agora o pai pega ao colo,... enfim, para mim foi um sufoco.
Não sei se algum dia vou conseguir, por enquanto ainda estou bloqueada.
De helena a 2 de Junho de 2011 às 20:19
Olá, estive a ler com mt atenção e respeito todos os comentários. Não quero ser preconceituosa nem precipitada, mas parece-me que é mt fácil falar de situações pelas quais nunca passamos...o pior é quando as emoções e os sentimentos falam mais alto.
Estou há 7 anos esperando o milagre da adopção...e no último ano várias barreiras surgiram...depois de toda a selecção, agora temos também de fazer um "curso" de 2 meses e meio, no nosso horário laboral...obrigatório! ou vamos ao curso e continuamos na lista e como prémio podemos também perder o emprego!!!Que país é este? para pouparem nos recursos humanos de acompanhamento, obrigam-nos a nós candidatos a frequentar um curso de pais....a descriminação é incrível e de facto somos mesmo tratados como criminosos em vigilância....
Já agora...poderei saber qual a faixa etária das crianças q foram devolvidas? penso q esse é um dado q explica mt coisa....adoptar não pode ser uma atitude leviana...eu não vou adoptar porque sou mt boazinha...vou adoptar pq quero ter um projecto familiar cheio de amor, e de tudo o que uma família normal tem.....
De Sandra Cunha a 3 de Junho de 2011 às 13:32
Helena, subscrevo o que dizes. Eu não passei pela formação. O meu processo foi muito anterior a isto. Mas se fosse agora, movia meio mundo para combater isto.

Se por um lado, é importante que os futuros pais conheçam e estejam preparados para as especificidades da parentalidade por via da adopção (que é diferente da biológica e acho que ninguém o nega), penso também que outros processos se terão de arranjar que não o de considerar à partida os candidatos à adopção como potenciais criminosos, como inimigos, como pessoas sem escrúpulos ou sem qualquer formação.

Essa questão das 'faltas ao trabalho' para assistir aos cursos de formação obrigatório já foi levantada junto dos grupos parlamentares (como sempre, apenas os dois de sempre - CDU e BE - mostraram conhecimento e interesse em mudar as coisas, o que terá evidentemente de ficar para a próxima legislatura) e já foi exposta, por mim própria, ao presidente do ISS que, pasme-se (!) ficou muito surpreendido por o Código do trabalho não contemplar isso! Disse que certamente isso iria ser alterado. Essa conversa que tive com ele foi há cerca de uma ano. Continuamos à espera.

Mas eu, por mim, continuarei a insistir! Escrevam para os Grupos Parlamentares, associações, reclamem. Escrevam para os meios de comunicação social. Denunciem. Reclamem. Façam ouvir a vossa voz. Lembrem-se que é também a voz das crianças que tal como vocês estão à espera, elas também estão...
De Maria Valinhas a 15 de Setembro de 2013 às 12:47
Há já algum tempo que leio os seus artigos sobre a adopção com muito interesse e expectativa, porque sou candidata singular desde o ano de 2008, e tem sido um incentivo ao longo de todo o processo de espera.

Li com muita atenção o seu artigo sobre "crianças adoptadas e devolvidas", porque também vi o documentário que passou na tv sobre candidatos que devolveram as crianças, como se fossem "bonecos" ou "roupa de que não se gosta".

Indignada, fiquei com tudo isso ! Até ao dia que fui confrontada com uma situação impensável de acontecer.

Como já referi, sou candidata a adopção desde o ano de 2008. No inicio para uma criança, menina, até aos 3 anos de idade, sem preferências étnicas, e com problemas de saúde leves, por ser candidata singular. Desde aí já fiz algumas alterações no processo. Alterei a idade, para os 8 anos, e coloquei a hipótese de menino.

Em Novembro de 2013 fui contactada pela assistente social que tem o meu processo, para me perguntar se estava interessada num menino com 7 anos com alguns problemas de saúde. Eu perguntei quais eram os problemas e foi-me dito que só em reunião me poderiam dizer.

Agendámos uma reunião. Foi-me dado o processo escrito para eu ler e depois colocar as questões que achasse pertinentes.

Estamos a falar de uma criança. Logo o que me saltou à vista, no meio de 10 folhas que me deram a ler, foi "meigo, carente com uns lindos olhos castanhos". Quem não gostaria de ter um filho assim ? E fazer tudo para que essa criança ultrapassasse os seus problemas ?

Mas, nas entrelinhas havia aspectos a nível comportamental, motora e verbal gravíssimas. Deram-me 3 dias para responder se queria ou não a criança, que baixaram para 2 dias quando disse que precisaria de mais tempo para falar com o meu médico sobre o processo de saúde da criança. Numa semana, caso a resposta fosse positiva, teria de viajar para o local onde estava a criança, ficar instalada na cidade onde se encontra o CAT e começar o processo de "conhecimento", o melhor seria no Natal a criança já estar a viver comigo.

Bem, a viagem não me assustou, iria até ao fim do mundo, se necessário, para trazer uma criança para casa, onde já existe um quarto preparado com todo o amor. O pior foram as incertezas que ficaram no ar.

Nesse mesmo dia contactei uma amiga, Educadora de Infância, e que há já alguns anos que tem crianças com limitações. As entrelinhas que eu não vi, ela insurgiu-se logo e começou a explicar-me os problemas graves que esta criança tem a nível psicológico (talvez) e motor, que nunca poderia ser encaixada num pai/mãe singular, para ter acesso a tudo o que precisa para ultrapassar esses problemas.

O meu médico então disse-me logo que eu seria uma irresponsável se aceitasse a proposta feita por estas incompetentes assistentes sociais.

Eu pergunto. Onde reside o "SUPREMO INTERESSE DA CRIANÇA" ???

O que ía acontecer se eu tivesse aceite, é que a criança iria ser preparada psicologicamente para a semana da minha visita, eu iria deparar-me com uma criança cheia de problemas, para quem não tenho estrutura, porque eu trabalho e a criança ía depender financeiramente de mim, o que iria ser impossível de coordenar o trabalho com as várias sessões de tratamentos que esta criança precisa semanalmente.

O que iria acontecer ? Infelizmente, os Pais Adoptivos que vi na televisão e que tanto me indignaram, eu iria fazer parte deles, porque não iria ser capaz de aceitar uma criança nessas condições, não por ser doente e precisar de ajuda. Mas sim, seria eu a mãe mais egoísta do Mundo, porque iria aceitar uma criança sabendo desde o inicio que não lhe poderia dar a assistência devida.

Foi uma decisão muito difícil dizer "não", passados 2 dias, o tempo que me deram para pensar. E a mágoa e incredulidade ao constactar que estas assistentes sociais estão-se, peço desculpa pela expressão, "a marimbar" quer para as crianças, quer para os pais adoptivos.

O importante é cumprirem objectivos.

Em Janeiro de 2014 faz 6 anos de espera. Já pus de parte a ideia da adopção. Esta criança serviu para encerrarem o meu processo e cumpriem os tais objectivos.

Para trás fica o sonho, até de adoptar internacionalmente, como eu tinha pretendido fazer desde o inicio, e para quem fui demovida "E então as nossas crianças?", pela equipa de adopçao.
De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2015 às 21:41
eu Adoptei um menino com 9 anos, mas já convivia com ele desde os 5 anos tínhamos uma ligação afectiva muito forte, mas esta relação tem vindo a deteriorar-se desde que entrou na pré adolescência , já não sei como agir com ele... li os vários comentários sobre a devolução de crianças adoptadas todos criticam os pais, mas já pensaram que as vezes o problema esta na criança? acho que deveria de haver um grupo de apoio quer de crianças adoptadas como de pais adoptivos para aprenderem a lidar com estas situações... mas eu quando pedi ajuda só estavam com medo que eu devolvesse. mas a verdade é que sai sem ajuda e a nossa relação esta cada vez pior. mas no dia que esta relação chegar ao fim (que espero que chegue) eu ainda vou ser criticada.... é mais fácil criticar, julgar do que ajudar....
De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2015 às 21:43
espero que nao chegue ao fim desculpem faltou o não

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